Novos, Velhos erros do PMDB de Concórdia
Entra dia, sai dia e o PMDB de Concórdia segue repetindo os mesmos erros. A informação de agora, aponta para o fato de que três vereadores poderiam deixar a sigla: Edílson Massocco, Artêmio Ortigara e Dirceu Biondo estão pensando em mudar de partido.
O motivo, mais uma vez, envolve a escolha dos candidatos do PMDB na chapa majoritária no ano que vem. Depois de uma reunião, que teria o pretexto de definir as candidaturas, a velha “chama” voltou a esquentar os bastidores do MDB. Há que se lembrar que na eleição passada, o PMDB em uma situação parecida, reuniu o diretório para “tirar” do deputado, Moacir Sopelsa a frase de que “ele não seria o candidato a prefeito pelo PMDB”. No final das contas, lideranças emedebistas fizeram buraco viajando para Florianópolis para, de forma desesperada, pedir ao deputado Sopelsa para que ele fosse candidato a prefeito. Ou seja, anteciparam um não do deputado para depois implorar pelo sim. O final da história todos sabem, deu PT, pela quarta vez consecutiva.
Agora, pela leitura que faço, o PMDB inicia o debate errando, outra vez. A tentativa de antecipar a escolha do candidato a prefeito, coloca em cheque a possibilidade que três vereadores do PMDB abandonem o barco. Deveriam seguir o exemplo do PT, que já ganhou quatro eleições consecutivas. Enquanto o partido dos trabalhadores que em tese tem dois nomes: Neuri Santhier e Neodi Saretta fica na espreita, a oposição que tem pelo menos cinco nomes: Edílson Massocco, Artêmio Ortigara e Fabio Ferri (PMDB); Cezar Luiz (PSD) e Rogério Pacheco (PSDB) quer antecipar os fatos, no caso o racha.
De outra parte, deixa transparecer que a oposição, a começar pelo PMDB que é o maior partido de oposição em Concórdia, não tem um projeto coletivo. Do contrário, este seria o momento de montar o projeto, e não definir candidatos. Como na política ninguém vence sozinho, a persistir este cenário já se pode prever o que vai acontecer em outubro do ano que vem. Ou não?