Antigas
O mistério continua e ossada não é identificada
O Instituto Geral de Perícias de Florianópolis não conseguiu identificar se a ossada encontrada no interior de Ipumirim é de uma pessoa ou não. O material foi recolhido ainda em 2010 na comunidade de Serrinha. Os ossos estavam dentro de um saco de ráfia.
A informação é do delegado Rogério Taques, que estava investigando o caso à época. De acordo com ele, possivelmente o caso será arquivado pelo judiciário. O material recolhido estava muito deteriorado impossibilitando a perícia mais detalhada dos ossos.
De acordo com Taques, não se descarta a possibilidade de serem ossos de animal, porém chamou a atenção do Polícia Civil o local e a forma com que o material estava acondicionado. Na época se cogitou que os ossos poderiam ser de um jovem desaparecido.
A informação é do delegado Rogério Taques, que estava investigando o caso à época. De acordo com ele, possivelmente o caso será arquivado pelo judiciário. O material recolhido estava muito deteriorado impossibilitando a perícia mais detalhada dos ossos.
De acordo com Taques, não se descarta a possibilidade de serem ossos de animal, porém chamou a atenção do Polícia Civil o local e a forma com que o material estava acondicionado. Na época se cogitou que os ossos poderiam ser de um jovem desaparecido.
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