Antigas
Operadoras serão ouvidas
CPI da Telefonia Móvel abre espaço para as empresas.
A Comissão Parlamentar de Inquérito, CPI, da Assembleia Legislativa inicia na próxima semana uma outra fase no processo que está apurando as causas das constantes falhas no sinal e das reclamações inerentes ao serviço de telefonia móvel em Santa Catarina. Após ouvir os representantes dos Procons, as operadoras também terão espaço na assembleia para expor os motivos que possam estar fazendo com que o sinal e o serviço de celular precários em várias localidades de Santa Catarina.
O deputado estadual e relator da CPI, Moacir Sopelsa, do PMDB concordiense, destaca que preliminarmente, as operadores alegaram a dificuldade em obtenção de licenças ambientais para a instalação de novas antenas, como principal obstáculo para a ampliação e melhoria na cobertura. Em entrevista nesta manhã ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança, Sopelsa informou que a Fatma poderia estar demorando de 1,5 a dois anos para a liberação do documento. Observa que os equipamentos de uma antena, antigamente, eram maiores e demandavam de mais espaço. "Hoje, os componentes para emissão de um sinal são transportados em um utilitário", observa. Para Sopelsa, caso seja constatada essa demora, seria necessário que a Fatma revesse esse critério.
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