Para secretário-executivo, questões financeiras atrasaram obras no Olavo
A situação financeira do Estado de Santa Catarina, cuja arrecadação caiu nos últimos anos em função da crise econômica, é apontada como um dos motivos que impediram o início das obras de melhorias do Colégio Olavo Cecco Rigon, em Concórdia. A afirmação é do secretário-executivo da Agência de Desenvolvimento Regional de Concórdia, Wágner Bee. Em entrevista ao Jornal Primeira Hora da Rádio Aliança desta segunda-feira, dia 26, ele fez alguns esclarecimentos em relação às cobranças de alguns vereadores de Concórdia, na última semana, em relação ao anúncio de melhorias que não teria sido cumprido pelo Estado e as próprias condições do educandário.
De acordo com Bee, "estamos correndo atrás da situação! A obra neste momento, neste valor que foi anunciado, fica difícil de conseguir", pontua. Explica que, quando a obra foi anunciada, ela deveria ser realizada conforme o projeto. Porém, a saída que se busca agora é a concretização por etapas. Uma das primeiras etapas contemplaria a ampliação do refeitório da escola, que foi mencionado na tribuna pelo vereador Edno Gonçalves, do PDT. "Tem, toda uma situação financeira! Temos vários projetos e estamos correndo atrás. Nós não vamos fazer promessas, mas pretendemos dar esse encaminhamento o mais breve possível", diz o secretário-executivo. Ele também cita a questão financeira que pesou para esse adiamento das obras. "O cenário ficou complexo com essa questão financeira", completa.
Além do Colégio Olavo Cecco Rigon, Wágner Bee também fez menção a Escola Vidal Ramos Júnior, que também era para ter os trabalhos de melhorias já finalizados, mas houve um mandado de segurança que impediu a sua conclusão. Por outro lado, ele aponta para a necessidade de ampliação da Escola Mansuetto Boff, em São Cristóvão, pela demanda de alunos nesta região.