Antigas
Pedidos para o esporte, telefonia e infraestrutura
O evento focado na discussão da reforma política, realizado pela União dos Vereadores do Brasil (UVB), em Brasília, de 23 a 25 de abril, oportunizou os vereadores petistas Arlan Guliani, Evandro Pegoraro e Gilberto Romani a fazerem alguns pedidos nos ministérios da capital federal.
Eles buscaram recursos no Ministério dos Esportes, onde reivindicaram uma reforma para o Ginásio Tancredo Neves (Tancredão), instalado no Parque de Exposições, também foram a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), onde Pegoraro reforçou o pedido, que fez por meio de requerimento, sobre a prestação de serviço em Concórdia com a tecnologia 3G, além de buscar informações sobre as linhas de recursos e tratar sobre o PAC II (Pavimentações) na Secretaria de Relações Institucionais.
Arlan comenta que a viagem foi bastante produtiva e que em breve deverá ter sinalizações positivas quanto aos pedidos feitos e reforçados nas audiências. Quanto as discussões em torno da reforma política, os vereadores entendem que foi um passo importante em torno do assunto, que ainda terá vários desdobramentos até a aprovação, provavelmente no próximo ano. "A UVB avalia que os vereadores são as lideranças que estão mais próximas da população e que por isso, possam melhor refletir a vontade popular.
Assim, solicitaram que os vereadores formulem propostas e suas opiniões", comenta Arlan. Depois de amplamente discutida, a reforma política deverá passar por um plesbicito popular, que irá aprovar ou não as mudanças propostas pela Comissão, formada por deputados federais, responsáveis em formular a reforma política.
Destaques
Entre os pontos de maior discussão e também de concordância da maioria dos presentes no debate em Brasília está a eleição unificada (eleição de prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores e presidente da República em um único pleito), o que ocorreria a cada cinco anos, limitação de financiamento público de campanha, fim da reeleição para cargos executivos, a não obrigatoriedade do voto e o fortalecimento da municipalização, em que prefeitos e vereadores teriam maior força de reivindicação.
Outros pontos ainda foram tratados, mas com opiniões divididas, como o voto em lista, em que os votos iriam para o partido e não para os candidatos. Neste caso, o partido faria uma lista de candidatos e os primeiros seriam eleitos, conforme quantidade de votos. Se a reforma política for aprovada em 2015, possivelmente irá vigorar em 2018.
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