Perícia constata defeito em tacógrafo de carreta
A Polícia Civil de Marcelino Ramos ainda enfrenta dificuldades para concluir o inquérito sobre o acidente que vitimou o empresário concordiense, Moacir Romani, 53 anos. Ele morreu na manhã do dia 14 de janeiro deste ano, após o ônibus que conduzia ser atingido pelo segundo conjunto de uma carreta bi-trem. A colisão aconteceu na BR-153, próximo ao acesso de Marcelino Ramos.
Dos 32 passageiros que estavam no coletivo de Concórdia, 17 sofreram ferimentos. O inquérito que investiga as causas e que poderá indiciar o motorista da carreta com placas Porto Velho, Almiro Pereira de Magalhães, 49 anos, foi aberto no dia 24 de janeiro. Ele poderá responder por homicídio culposo, quando não existe a intenção de matar e por lesão corporal relacionado aos 17 passageiros feridos.
O delegado Rodrigo Dreier que preside o inquérito informou que apenas recebeu o resultado do tacógrafo da carreta. A perícia apontou que o equipamento estava com defeito e não marcou a velocidade do veículo no momento da colisão.
Segundo ele, para concluir os trabalhos ainda falta o retorno da carta precatória com os depoimentos das 17 vitimas que estão sendo colhidos em Concórdia. O IGP de Passo Fundo também não entregou as perícias feitas no ônibus e na carreta. Dreier ressaltou que não existe previsão para concluir o inquérito.