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Pizzolato teria movimentado conta na Suíça
Valor não foi revelado, mas estima-se que conta tenha dois milhões, não se sabe em qual moeda.
O concordiense e ex-executivo do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, pode ter movimentado uma conta supostamente secreta, na Suíça. O caso está sendo investigado por autoridades brasileiras e suíças. A suspeita é de que o saldo da conta seja de quase de dois milhões. Conforme o Jornal Estadão, ainda não há informações de quanto foi movimentado, mas a conta não estaria zerada.
De acordo com informações, a Polícia Federal já tem certeza de que Pizzolato foi para a Itália. Mas as autoridades brasileiras não têm recebido a cooperação da polícia do país europeu, única que poderia aprofundar as investigações sobre o paradeiro do concordiense.
Pizzolato possui dupla cidadania, o que garante a ele o direito de permanecer na Itália. Há um tratado entre Brasil e Itália que não permite extradição de quem tem dupla cidadania.
A investigação sobre Pizzolato é feita pela recém-criada coordenação de rastreamento e captura da Polícia Federal. Uma equipe de seis policiais trabalha no caso. A PF também conta com a ajuda da Interpol, organização internacional que reúne policiais de vários países.
O ex-diretor do Banco do Brasil foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupoção passiva e peculado. As investigações mostraram que ele recebeu R$ 326 mil de propina para favorecer uma das empresas de Marcos Valério em contratos com o Banco do Brasil. Como ex-diretor do banco, Pizzolato teria participado do desvio de aproximadamente R$ 74 milhões do Fundo Visanete, para alimentar o esquema.
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