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PMDB de Concórdia precisa de um presidente que aglutine

Data 15/10/2015 às 16:00
Bater Chapa agora pode significar matar o projeto/prefeito de Edilson Massocco
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Não deve passar de outubro a escolha do novo presidente do MDB de Concórdia. Trata-se do primeiro desafio pós indicativo de que o partido tenha candidato a prefeito em 2016. Talvez, o melhor presidente seria o deputado Moacir Sopelsa, é a maior liderança do partido na Capital do Trabalho e ainda não presidiu o diretório. Entretanto, a condição de secretário de Estado afasta qualquer possibilidade, a extensa agenda, deixa Sopelsa fora do páreo.

Logo, é preciso alternativa. Em ano eleitoral, o melhor seria que o presidente não tivesse pretensão de concorrer a nenhum cargo em 2016. A condição de presidente e candidato ao mesmo tempo não combinam. Uma das tarefas acaba ficando de lado, quase sempre a de presidente.

Sabendo que o Mdb é o partido das alas, a primeira tarefa e mais importante de todas para o novo presidente é unir os diferentes. Sob pena de aumentar a divisão interna e prejudicar o projeto 2016. Neste caso, cabe as lideranças do partido, buscar um presidente no coletivo. Encontrar alguém que possa pensar no projeto, sobretudo, sem pretensões: de candidato em 2016; de usar o cargo para buscar outros cargos na prefeitura, na SDR ou no governo do Estado. Enfim, de alguém que não tenha cargo; Não seja e não queira ser vereador, prefeito, secretário regional, etc.

Na complexidade da eleição do novo presidente, o pior para o PMDB de Concórdia seria não conseguir o consenso e bater chapa. Se isto ocorrer, o projeto do vereador, Edilson Massocco de ser prefeito de Concórdia já nasce morto. Ou não?

 

 

 

 

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