PMDB de Concórdia vai precisar de um plano B
Não é de hoje que se fala na possibilidade do vereador, Edilson Massocco deixar o PMDB. São vários os movimentos e contextos, o mais recente se o parlamentar havia ou não assinado ficha no PR. Eu penso que sim, o coordenador regional do PR, Adierson Bussollaro com quem conversei hoje no Mesa Redonda, espaço de Jornalismo da Aliança das 7h50 às 9hs disse que não. Em conversa anterior, com o vereador Edilson Massocco ele também disse que não.
Se a ficha está assinada ou não, eu não quero convencer ninguém, mas eles não conseguem me convencer do contrário. Entretanto, preciso respeitar o contraditório. O certo, estou mais do que convencido disso, Massocco, vai sair do MDB, e o partido que havia lançado ele a prefeito, com o vereador Ortigara para vice, precisa começar a pensar em um plano B. Aliás, Ortigara também vai deixar o PMDB. Na pior das hipóteses, se o Senado não aprovar a janela que significa trocar de partido sem perder o mandato – o mês para a saída é março, se o deputado Jorginho Mello estiver certo, no dia 1 – foi o que ele disse em recente entrevista ao colega Jocimar Soares, quando o assunto foi a filiação de Edilson Massocco, Artêmio Ortigara, Dirceu Biondo e Denise Lopes.
Dito isso, Massocco já deve estar trabalhando com a estratégia focada no partido da república. E, o PMDB, se não pensou, precisa começar a traçar o caminho para 2016 em outro plano. O anúncio de que Massocco seria o candidato a prefeito e Ortigara vice já foi enterrado, falta somente marcar a missa de sétimo dia.
Logo, o PMDB vai precisar começar a se mexer se não quiser ser coadjuvante em 2016. Como diria um conterrâneo, o PMDB é especialista em ser vice - É vice do Colombo (PSD), com Pinho Moreira, e é vice da Dilma (PT) com o Michel Temer.