PMDB se vira nos 15
Nos emedebistas tradicionais a vontade sempre é votar no 15. Os mais contemporâneos torcem o nariz quando precisam votar noutro número, mesmo com a participação do PMDB na chapa. Foi assim na eleição para governador e também no último pleito aqui em Concórdia. No primeiro caso, Pinho Moreira foi vice e, no segundo Closmar Zagonel, em ambos o número foi o 55 do PSD.
O contexto de indefinições aqui na Capital do Trabalho, faz surgiu o burburinho de que o vereador Fábio Ferri seja o candidato a prefeito pelo PMDB e que o partido se não conseguir compor com outro que indique o vice, que siga em chapa pura.
A recente visita do presidente e do vice estadual do PMDB, deputados Mauro Mariani e Valdir Cobalchini reacendeu esta possibilidade. Seguem nesta tese os correligionários que defendem a participação do partido na eleição de outubro como ato de fortalecimento da sigla e, para isso, ter candidato a prefeito seria pressuposto para colocar o melhor time na chapa de vereadores e retomar as vagas perdidas na Câmara pelos vereadores que se elegeram pelo PMDB e abandonaram o barco em meio ao mandato.
A estratégia segue a linha estadual – PMDB se vira nos 15. Que tal?