Prefeito faz balanço e fala de investimentos para 2018
Um breve resumo dos trabalhos realizados no primeiro ano da atual gestão municipal e apontamentos do que está sendo planejado para 2018. Este foi o conteúdo da fala do prefeito Rogério Luciano Pacheco, que participou da primeira sessão da Câmara de Vereadores, na manhã desta segunda-feira, 5 de fevereiro. Pacheco ressaltou que as dificuldades financeiras puderam ser superadas com cautela, zelo pelos recursos públicos, e principalmente gestão eficiente, que permitirá anunciar algumas obras para o município em 2018.
“Com corte de custos e economia em algumas áreas, será possível viver um novo momento em termos de investimentos. Mas não com valores, que de forma irresponsável, divulgavam que tínhamos em caixa - mais de R$ 50 milhões - mas sim, com valores reais disponíveis, o que estimamos que fique em torno de R$ 20 milhões”, comentou o prefeito, reafirmando que irá divulgar apenas os investimentos que vão ocorrer efetivamente. “Não vamos criar falsas expectativas”, destacou. Nestes investimentos entram as pavimentações rurais, bem como as urbanas. “Não fizemos nada de asfalto no último ano, por questões legais, mas agora com a legislação ajustada será possível fazer estes investimentos”.
Pacheco falou dos dois novos Centros Municipais de Educação Infantil – CMEIs, do bairro Petrópolis e Frei Lency, que em breve entrarão em funcionamento. Juntos, os dois terão um custo de aproximadamente R$ 5 milhões ao ano para manutenção. O prefeito também destacou os investimentos previstos para a melhoria e ajustes nas unidades educacionais do município, que devem chegar a R$ 6 milhões em 2018.
O prefeito comentou também sobre a Reorganização Administrativa, que está em andamento. Uma empresa de consultoria, vencedora de licitação, está realizando levantamentos e ouvindo servidores, para ter conhecimento da força de trabalho do quadro já existente. Posterior a isso, apresentará relatório sobre as atividades fim e meio da Administração Municipal, quadro de lotação por unidade administrativa do município, apontando a necessidade de força de trabalho, além de um quadro e atribuição dos gestores – informação, inclusive que é cobrada pelo Ministério Público há algum tempo.
(Fonte: Edila Souza/Ascom/Prefeitura de Concórdia)