Antigas
Prisão de Pizzolato se deu em função de tocaia policial
Ação sigilosa da polícia italiana monitorava o concordiense, que estava na casa de um sobrinho, em Maranello.
A prisão do concordiense Henrique Pizzolato ocorreu através de uma operação sigilosa da polícia italiana. Conforme informações do Folha On Line, um policial estava disfarçado de varredor e avisava por rádio os movimentos do imóvel, onde ex-executivo do Banco do Brasil estava abrigado, na Via Vandelli, em Pozza, um distrito de Maranello.
De acordo com a Folha, o sobrinho de Pizzolato, Fernando Grando, deixou a casa sem parar para trancar a porta, dando a entender que havia mais gente no interior da casa. Quando Pizzolato e sua esposa, Andrea Hass, saíram do imóvel, pouco tempo depois, a polícia italiana fechou o cerco.
Na Itália, o concordiense Henrique Pizzolato vai responder por porte de documentos falsos, uma vez que com ele foi apreendido um passaporte em nome do irmão, morto em acidente de trânsito. Ele deve ter usado o documento para sair do país há dois meses antes da expedição do mandato de prisão. A porta de entrada para a Europa foi a Argentina.
A Justiça Brasileira confirmou que está trabalhando para que a Itália extradite Pizzolato para o Brasil, onde terá que cumprir pena pelo envolvimento no esquema do mensalão.
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