Processo suspenso
O crime foi praticado em 2009 e o corpo da vítima até hoje não foi encontrado. O suspeito de ter assassinado Lenoir Barato é o próprio irmão, Airton Baratto, que chegou a ter prisão preventiva decretada, mas nunca foi preso.
Depois da decisão da suspensão, o processo passou pelo Ministério Público e agora está no Cartório Criminal, que aguarda a captura do acusado. Desta forma, o processo poderá ser reaberto.
A suspensão do processo foi publicada no dia sete de maio pelo juiz da Comarca de Concórdia, Jeferson Osvaldo Vieira. Isso porque o processo não pode continuar sem que o acusado se manifeste, ou apresente defesa.
Como as penas para os delitos de homicídio e de ocultação de cadáver são, respectivamente, 30 anos e três anos de reclusão, o prazo da prescrição do crime ocorrerá por 20 anos, em relação ao primeiro crime, e em oito anos, com relação à segunda infração. Com isso, o prazo da prescrição reiniciará em sete de maio de 2032 e em sete de maio de 2020, respectivamente.
Consta no processo que, no dia 15 de fevereiro de 2009, o acusado pelo crime veio até Concórdia com a intenção de vender um terreno da família, localizado em Linha Presidente Kennedy.
A discussão entre os irmãos começou, porque a vítima não concordou com a venda do terreno. Depois deste fato, Lenoir desapareceu em dia e horário que não foram esclarecidos no Inquérito Policial. A denúncia apontou que Airton matou o irmão, na sala da casa onde morava a vítima, na Rua 29 de julho, área central de Concórdia.
Apesar da suspensão do processo, o mandado de prisão preventiva contra o suspeito continua valendo. Denúncias podem ser feitas para a Justiça ou para a polícia.