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Promotor de Justiça tira dúvidas de alunos da Escola Olavo Cecco Rigon

Data 21/08/2018 às 16:05
Após trabalhos com a Rede de Proteção e com pais de alunos, a iniciativa é da Promotoria da Infância de Concórdia
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Foto:Divulgação
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Na manhã de hoje, dia 21, o Promotor de Justiça da Infância e Juventude de Concórdia, Marcos De Martino, compareceu à Escola Estadual Olavo Cecco Rigon a fim de conversar com os alunos de duas turmas de 1ª série do Ensino Médio sobre cidadania, direitos e deveres estabelecidos na Constituição Federal, bem como conscientizá-los sobre temas relacionados à Justiça, tirando quaisquer dúvidas sobre os assuntos.

 

Durante as duas conversas, uma com cada turma, o Promotor de Justiça abordou os motivos pelos quais existem a Constituição e as Leis e porque elas devem ser respeitadas. Além disso, esclareceu que crianças e adolescentes possuem direitos, mas que também possuem muitos deveres, pois cada direito traz consigo a necessidade de respeitar esse mesmo direito do próximo. "Se vocês têm o direito de não serem agredidos, vocês têm o dever de não agredir", exemplificou.

 

Na oportunidade, De Martino respondeu a várias dúvidas dos alunos, tais como: maioridade penal, casos práticos de legítima defesa, porte de arma de fogo, porte de arma branca, devolução de produtos recuperados pela polícia, incineração de drogas apreendidas, estupro de menores de 14 anos e suas consequências, adoção, guarda, interpretação de leis, diferenças entre crimes e atos infracionais, diferenças entra réu primário e réu reincidente, o que fazer em caso de ter sido vítima de algum crime, entre outras.  


 

O Promotor compareceu à Escola a pedido do Diretor Sérgio Cordeiro Righi e da Orientadora Ariela Fantin Cavalli, de forma a aproximar os alunos ao Ministério Público.

 

"O objetivo da iniciativa é fazer com que os estudantes entendam o porquê da existência das leis, pois uma vez que as entendam e que cresça dentro deles o conceito de Justiça, passarão a respeitar seus deveres de forma espontânea e natural, independente de cobranças externas", concluiu o Promotor de Justiça Marcos De Martino.

 

Entenda os trabalhos do Ministério Público:

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