Antigas
Reajuste aprovado
Vereadores do PMDB e um do PSD se abstiveram da votação
Um ano depois de uma aprovação turbulenta do Projeto de Lei que determinava o reajuste salarial dos servidores públicos municipais para 2013/2014, a discussão voltou a Câmara de Vereadores. Desta vez, não teve lotação máxima no plenário, reivindicações contrárias (com exceção de um manifesto anônimo, deixado em várias cópias na recepção do Legislativo) e cartazes, que demonstravam a insatisfação da categoria, que não aprovou a proposta, na época de 0,08% de aumento real, durante assembleia. Mas os discursos, da mesma forma, foram longos, e não houve aprovação por unanimidade. Com a abstenção da bancada do PMDB (quatro vereadores) mais Jaderson Miguel (PSD), o projeto foi aprovado com sete votos favoráveis.
Praticamente todos os vereadores foram apresentar os motivos de suas decisões na tribuna. Artêmio Ortigara (PMDB) foi o primeiro a falar de seu posicionamento. Disse que mesmo entendendo que o reajuste poderia ser maior, respeitava a decisão da categoria, que aprovou a proposta do Executivo, de 7,5% de reajuste, sendo 1,7% de aumento real, durante assembleia. Fábio Ferri (PMDB) seguiu a mesma justificativa e deixou claro que a bancada e o vereador do PSD haviam decidido pela abstenção na votação. Falou do crescimento no orçamento do município, que ficara bem acima do reajuste aos servidores.
O líder do governo na Câmara, Arlan Guliani (PT), listou os vários avanços da negociação, em relação ao ano anterior. Citou o reajuste do vale alimentação, que de R$ 115,00 passará a R$ 125,00, aumento de 8,7%, tolerância de cinco faltas no critério de assiduidade, o aumento real de 1,7%, entre outras conquistas.
Os petistas Evandro Pegoraro e Gilberto Romani, além de Vilmar Comassetto (PCdoB), Tchê Mendes (PSD) e Leocir Zanella (PPS) também se manifestaram favoráveis a aprovação do projeto, sempre lembrando que em se tratando de reajuste de salário, para os trabalhadores, quanto mais melhor, mas que nem sempre é possível ofertar índices maiores.
Mais servidores
Pegoraro afirmou que é preciso levar em consideração que o gasto com folha dos servidores tem sempre se elevado acima dos reajustes aprovados, pois o quadro tem sido constantemente ampliado por conta da necessidade de aumentar os serviços, como será o caso a partir da instalação da Unidade de Pronto Atendimento. Comassetto reafirmou a conquista e lembrou que a administração tem feito o que é possível até o limite de sua responsabilidade.
Mais Médicos
Depois da votação e aprovação do projeto de reajuste, os vereadores discutiram e votaram o projeto Mais Médicos, pois o município terá que custear hospedagem e alimentação dos cinco profissionais que iniciam o trabalho em Concórdia a partir do dia 22 deste mês. O projeto também rendeu várias manifestações na tribuna, mas foi aprovado por unanimidade.
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