Respostas incompletas aos pedidos de informação
Seguindo o volume de proposições apresentadas na primeira sessão de outubro, a segunda reunião ordinária dos vereadores no mês também teve pauta cheia. No total foram 18 proposições. Mas apesar de ter trabalhado para buscar informações junto ao Executivo, que possam esclarecer a população e auxiliar na elaboração de projetos, os vereadores da oposição reclamam das respostas incompletas aos seus pedidos. Quanto às indicações, afirmam que na maioria das vezes não são atendidas.
Edilson Massocco (PMDB) voltou a fazer um pedido de informação referente a utilização do Centro de Eventos. Disse que ao pedido anterior faltou exatamente a resposta mais importante, que era a cópia dos contratos de locação efetuados até o momento. “Responderam que o motivo para o não envio do material era a economicidade. Será que se o Tribunal de Contas solicitasse as cópias dariam a mesma resposta?”, questionou o vereador, ressaltando que existe a lei de acesso a informação e que a administração municipal é obrigada a fornecer o material solicitado. “Se for o caso, a Câmara pode pagar pelas cópias”, comentou.
Artêmio Ortigara (PMDB) também voltou a solicitar informações ao Executivo quanto ao parecer da Comissão Técnica do Serviço do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Município de Concórdia (COTESPHAMC) sobre a obra da Rua Coberta. “Solicito cópia da ata, devidamente assinada e cópia do parecer emitido, que segundo resposta ao meu pedido de informação anterior, foi dado em junho de 2014”, disse o vereador. Artêmio também pede a relação dos membros da COTESPHAMC.
Conversa
A vereadora Marilane Fiametti Stuani usou a tribuna para expressar indignação por não ter sido atendida pelo prefeito João Girardi. Disse que tentou a conversa com a liderança por duas vezes, mas foi informada que seria necessário o envio de um ofício para o agendamento da reunião. “Será que a população está sendo atendida. E os vereadores do PT também precisam fazer essa formalidade para conversar com o prefeito?”, comentou a vereadora, dizendo que não fez o ofício e nem o fará, pois se sentiu discriminada.