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Searaense detido em Chapecó por vender ecstasy "falso"

Data 06/05/2017 às 23:20
Fato inusitado ocorreu em uma casa noturna. "Falsidade" da droga foi averiguada em exame feito pela própria polícia.
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Divulgação/Polícia Civil.
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Policiais civis da Divisão de Investigação Criminal, na madrugada de hoje (06/05/2017), conduziram à Central de Plantão Policial o jovem D. D. H., de 21 anos de idade, por estar realizando a comercialização de drogas sintéticas no interior de uma casa de shows de música eletrônica de Chapecó, localizada na saída para o Estado do Rio Grande do Sul.

A operação visava justamente ao combate ao tráfico das drogas conhecidas popularmente como ecstasy e LSD (ou “bala” e “doce”, respectivamente), que tem tido grande aceitação especialmente por parte dos jovens que frequentam festas de música eletrônica.

O LSD causa efeitos psicológicos que, assim como outros alucinógenos, afeta o mesmo tipo de “fechadura” química dos neurônios, fazendo com esse sistema passe a funcionar muito acima do que deveria, ao passo que o ecstasy é um tipo de medicamento psiquiátrico que diminui o medo e a ansiedade das pessoas.
D. D. H., natural de Seara/SC, foi flagrado na posse de 66 comprimidos de ecstasy, nas cores vermelha e amarela, além da quantia de R$ 1.860,00 (um mil, oitocentos e sessenta reais), fruto da comercialização da droga sintética na festa, que era vendida por R$ 30,00 (trinta reais) cada uma.

Na Delegacia de Polícia Civil, entretanto, o inesperado aconteceu: feito o laudo de constatação preliminar, verificou-se que os comprimidos eram falsos, pois não apresentavam as substâncias alucinógenas MDMA ou MDA. Logo, o próprio conduzido que comercializava a droga havia sido enganado por seu fornecedor.

(Fonte: Ascom/Polícia Civil)

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