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Servidores de Concórdia pedem acordo em 31 clausulas sociais
Um grupo de cerca de 15 servidores municipais de posse de cartazes, compareceu durante a sessão da Câmara Municipal de ontem. O grupo comandado pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia tinha o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares pelo não acordo de 31 clausulas sociais. De acordo com o presidente do sindicato, Valdomiro Taffarel, na última negociação salarial com a prefeitura, apenas duas cláusulas sociais foram atendidas.
Entre as clausulas sociais que não houve acordo, Tafarel destaca a liberação de dez horas do funcionário seletista para levar os filhos, com menos de 16 anos, para consultas médicas sem prejuízo a remuneração. Outro ponto destacado é a liberação de servidores para participação de cursos, que são promovidos pelo sindicato.
Entre os vereadores que se solidarizaram com os servidores, esteve à vereadora Marilane Stuani (PMDB). Ela defende que deve haver um acordo entre sindicato e município ainda nesse ano. As duas únicas cláusulas que foram atendidas é a imunização contra a Gripe A em todos os servidores e o reajuste das horas de sobreaviso.
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