Sindicato dos Taxistas demonstra preocupação com violência contra profissionais
O Sindicato dos Taxistas de Concórdia lamenta o assalto, seguido de agressão, sofrido por um profissional no fim de semana e pede mais segurança. A manifestação foi feita pelo presidente da entidade, Ourocildo Silva.
Em entrevista ao jornalismo Aliança, Silva diz que é uma situação muito complicada. "Nós já perdemos vários companheiros, muitos desistiram da profissão", diz. Para ele, seria necessária mais câmeras de segurança e mais policiais nas ruas. "O idela seria uma câmera em cada ponto de táxi, para inibir essa ação", completa.
A implantação de mecanismos de segurança dentro de cada veículo táxi também chegou a ser discutida entre os motoristas. Para o presidente do Sindicato dos Taxistas de Concórdia, Ourocildo Silva, o custo benefício desse dispositivo é muito alto, sob o aspecto financeiro. "Hoje um carro custa de R$ 50 mil a R$ 90 mil, conforme o modelo. Uma gaiola de proteção do motorista custa R$ 5 mmil. Varia da caso a caso, dependendo do carro, essa gaiola pode ser maior (...). Se a gente fazer uma reunião com os profissionais para discutir isso, nem 10% vão aceitar colocar isso", afirma.
O segundo assalto em menos de um mês
Em pouco menos de um mês, esse é o segundo caso de assalto contra taxista em Concórdia. Conforme já noticiado pela Rádio Aliança, no último dia 24, um taxista de iniciais M.A.K, de 44 anos, foi rendido e os bandidos levaram um aparelho celuar e aproximadamente R$ 200. O fato foi no Bairro Nações e a vítima levava três pessoas em direção ao Renascença.