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Sindicato esclarece boatos sobre fechamento de lojas em Concórdia

Data 10/08/2015 às 09:36
Entidade diz que três estabelecimentos estariam encerrando as atividades na Capital do Trabalho.
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Ilustração.
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O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia e Região confirma que alguns estabelecimentos comerciais estão fechando as portas em Concórdia. Porém, afirma que não é na intensidade dos boatos que, até então, estão circulando pela região. Até então, muitos comentários surgiram - especialmente nas redes sociais - de que um número expressivo (desencontrado) de estabelecimentos comerciais da cidade estariam fechando as portas e isso poderia provocar um grande volume de trabalhadadores desempregados. O principal motivo seria a crise.

A direção da entidade manteve contato com representantes de várias lojas da cidade, dos ramos de vestuário, móveis, eletroeletrônicos e concessionárias de veículos e constatou que em alguns já estão encaminhando o encerramento das atividades, no município. No restante, não passaria de boatos. Em entrevista à Rádio Aliança, na manhã de hoje, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia e Região, Janete Peccini, confirma uma concessionária de veículos estaria encerrando as atividades, uma loja de móveis e eletroeletrônicos estaria sendo comprada por outra grande rede e um estabelecimento do ramo do vestuário está sendo colocado à venda pelos proprietários. Conforme o sindicato, juntas, essas empresas estariam empregando aproximadamente 35 pessoas.

No entendimento de Janete Peccini, essa situação não é novidade. "Sempre tem loja que abre e sempre tem loja que fecha, isso é normal", diz. Completa que nenhuma delas está falindo ou quebrando. Diz que é uma manobra administrativa, uma vez que fecham aqui e abrem em outras cidades.

Janete esclarece que nesses casos o impacto para os trabalhadores será o menor possível. "A maior loja, dessas três, tem aproximadamente 20 trabalhadores, que poderão ser levados para outras filiais desse estabelecimento ou serem recontratados pelos futuros proprietários", analisa. De acordo com a líder sindical, os funcionários dos demais estabelecimentos poderão ser absorvidos pelo comércio da cidade, que sempre tem vagas de trabalho.

No contato que o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia e Região manteve com representantes de vários estabelecimentos, a principal queixa ouvida diz respeito ao valor do aluguel. "Algumas salas chegam a custar de R$ 15 a R$ 25 mil por mês. O que acaba comprometendo as finanças de muitas empresas e gera uma demanada de vendas muito maior também", finaliza.

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