Antigas
Sindicato promete processar a Prefeitura de Concórdia
Servidores querem o ressarcimento ao Serviço Municipal de Assistência à Saúde, o Semas.
O Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia não descarta acionar a Prefeitura na Justiça para reaver o pagamento ao Serviço Municipal de Assistência à Saúde, o Semas. De acordo com informações, a Prefeitura não teria pago os 5% referentes aos inativos do fundo. Ainda não há informações de quantos meses esse depósito deixou de ser efetuado, mas acredita-se que o repasse não tenha sido executado desde a criação do fundo, em 1999. Tal situação pode ter contribuído para o déficit financeiro do serviço, que foi verificado nos últimos meses. Até então, o sindicato está pedindo o ressarcimento ao Semas, pela Prefeitura.
Em entrevista nesta manhã ao Jornalismo da Aliança, o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia, Valdomiro Taffarel, relata que os problemas começaram a aparecer no mês de agosto. Na ocasião, alguns servidores procuraram o sindicato para informar que o Semas não estava liberando recursos para a realização de procedimentos médicos e consultas de alta complexidade. Desde então, uma comissão foi formada para verificar a situação. Para a manutenção do serviço, os servidores repassam mensalmente 5%, outros 5% deveriam ser repassados pela Prefeitura, em função dos inativos, o que até então não estava sendo feito. O Executivo alegou um erro de interpretação na lei que dispõe sobre o fundo.
Em face da situação, o Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia está pedindo o ressarcimento da Prefeitura ao Semas. Os valores que estariam faltando não foram revelados. De acordo com Taffarel seria necessário fazer um cálculo de todos esses anos, com correção monetária. O dirigente sindical acredita que, se o Executivo repassar esses valores, a situação do Semas ficaria amenizada, mas não solucionada.
Por fim, o representante do Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia informa que um prazo foi dado para a Prefeitura, visando abrir um canal de negociação. Conforme Taffarel, até a segunda-feira o Executivo deve se manifestar. O sindicato diz que após esse período irá mover ação na Justiça contra a Prefeitura de Concórdia.
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