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Suinocultura: AMAUC em situação de emergência
Todos os municípios do Alto Uruguai Catarinense decretaram situação de emergência por causa da crise na suinocultura. A informação é do prefeito de Alto Bela Vista e presidente da Associação dos Municípios, Sérgio Schmitz. Os últimos decretos foram encaminhados à sede da AMAUC na tarde de ontem. Conforme o presidente, todas as cidades estão sentindo os reflexos do segmento que fazer parte da economia dos pequenos municípios.
Levantamento realizado pela AMAUC revela que a queda no movimento dos municípios chega a 20%. Schmitz explica que muitos empresários e comerciantes estão reclamando da estagnação provocada pela redução na circulação de dinheiro. Depois da documentação encaminhada pelas Prefeituras da região, haverá o protocolo em Florianópolis, junto a Defesa Civil Estadual. O prefeito esclarece que é uma forma de ajudar os produtores.
Dificuldades
O presidente do Núcleo de Produtores de Suínos de Seara, Francisco Canossa, afirma que a atividade está totalmente inviável. Os custos crescem e o suinocultor não consegue entregar os animais com preços que possam cobrir pelo menos os custos de produção. Canossa também reclama que no supermercado o preço pago pelo consumidor está muito alto, principalmente dos industrializados. Ele reclama que o produtor de suínos recebe muito pouco, porém o quilo de salame gira em torno de R$ 15. "Alguém está ganhando, mas não o produtor", explica.
Já em Xavantina, uma cooperativa de ração também acumula dívidas e tem dificuldades para pagar o financiamento de R$ 2,3 milhões. O secretário Executivo, Volmir de Souza, afirma que o montante liberado pela agência bancária precisou ser refinanciado. São cerca de 50 associados que estão em situação desconfortável e com dificuldades para acertas as contas e manter o capital.
Levantamento realizado pela AMAUC revela que a queda no movimento dos municípios chega a 20%. Schmitz explica que muitos empresários e comerciantes estão reclamando da estagnação provocada pela redução na circulação de dinheiro. Depois da documentação encaminhada pelas Prefeituras da região, haverá o protocolo em Florianópolis, junto a Defesa Civil Estadual. O prefeito esclarece que é uma forma de ajudar os produtores.
Dificuldades
O presidente do Núcleo de Produtores de Suínos de Seara, Francisco Canossa, afirma que a atividade está totalmente inviável. Os custos crescem e o suinocultor não consegue entregar os animais com preços que possam cobrir pelo menos os custos de produção. Canossa também reclama que no supermercado o preço pago pelo consumidor está muito alto, principalmente dos industrializados. Ele reclama que o produtor de suínos recebe muito pouco, porém o quilo de salame gira em torno de R$ 15. "Alguém está ganhando, mas não o produtor", explica.
Já em Xavantina, uma cooperativa de ração também acumula dívidas e tem dificuldades para pagar o financiamento de R$ 2,3 milhões. O secretário Executivo, Volmir de Souza, afirma que o montante liberado pela agência bancária precisou ser refinanciado. São cerca de 50 associados que estão em situação desconfortável e com dificuldades para acertas as contas e manter o capital.
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