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Umanc cobra Casan
Entidade quer solução para a problemática da falta de água e o fim da cobrança da taxa de consumo.
A União Municipal das Associações de Moradores, Umanc, vai pedir para que a Casan extinga a taxa de consumo, que hoje é de de 10 metros cúbicos. A intenção é sensibilizar a companhia para que cobre o que realmente for consumido em cada imóvel em Concórdia. O assunto foi tratado e aceito pelos líderes comunitários, durante reunião da entidade, nos últimos dias. A questão foi encaminhada ao deputado estadual, Neodi Saretta, do PT concordiense, que já abordou a questão na Assembleia Legislativa.
Em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança, o presidente da Umanc, Jaime Bernardi, explica que muitos consumidores não chegam a consumir dez metros cúbicos em um mês e mesmo assim pagam pela quantidade. Ele demonstra preocupação em relação a taxa de esgoto, que passará a vigorar assim que o sistema for implantado em Concórdia. Ele diz que gasto das famílias em saneamento básico vai aumentar consideravelmente.
Bernardi também abordou a problemática da falta de água. Os casos mais recentes apontam que as dificuldades de abastecimento em alguns bairros iniciou na última sexta-feira. Ele diz que, se a Casan não cumprir o que prometeu num prazo de seis meses, o Ministério Público poderá ser acionado para tomar medidas frente a essa situação. Recentemente a direção da Estatal esteve em Concórdia e anunciou medidas como geradores para as estações de captação e novos equipamentos para solucionar vazamentos. Ele sugere uma gestão compartilhada do sistema de abastecimento de água entre Casan e Prefeitura.
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