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Unacom: secretário de Saúde diz que sentimento é de frustração

Data 12/11/2015 às 06:30
Estado volta atrás e afirma que Unacom em Concórdia pode levar de quatro a cinco anos para ser instalada
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A comunidade concordiense recebeu recentemente a notícia de que não será possível a instalação de uma Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacom), pelo menos não antes de quatro ou cinco anos pleiteando a estrutura. Para o secretário Municipal de Saúde, Alessandro Vernize, a notícia trouxe consigo um sentimento de frustração e indignação, já que pouco mais de um mês antes a expectativa era ter a Unacom funcionando em menos de dois anos. 


Em entrevista ao jornalismo da Rádio Aliança, Vernize lembrou que Concórdia estava buscando uma extensão das referências em oncologia que estão localizadas em Joaçaba e Chapecó, ou seja, o tratamento seria prestado em Concórdia, mas através destas referências. Nesta etapa a Secretaria de Estado da Saúde sinalizou a possibilidade de instalar uma Unacom e os esforços se voltaram para isso. Em Audiência Pública realizada na última segunda-feira, porém, a diretora de Planejamento, Controle e Avaliação do SUS da Secretaria de Estado da Saúde, Karin Cristina Leopoldo, voltou atrás e disse que Concórdia não conseguiria a unidade e que o melhor era voltar a buscar a extensão. 


Além disso, a indignação de Vernize foi reforçada pelo fato de a Secretaria de Saúde deixar para ele e para o diretor do HSF negociar com os diretores do Hospital Regional de Chapecó e do Hospital Santa Terezinha, de Joaçaba, a realização de cirurgias em Concórdia. “Era muito mais fácil ter o estado como uma força maior para intermediar essa conversa, mas nós não desistimos e vamos atrás dessas cirurgias”, comentou. 


Segundo Vernize, nesta quinta-feira uma representante da Secretaria Municipal de Saúde de Concórdia participa de uma reunião em Florianópolis e vai questionar esta mudança repentina na conversa em relação a referência da oncologia e da Unidade. 


Apesar de tudo, o secretário informa que a estratégia é não desistir e buscar a extensão dos tratamentos de Chapecó e Joaçaba e tentar realizar também a quimioterapia em Concórdia, sendo que já tem médicos a disposição para isso. Ao mesmo tempo deve continua o pleito pela Unacom . “A deputada Carmen Zanotto também aconselhou que nos preocupássemos primeiros com as questões técnicas e num segundo momento com as políticas, para buscar as 22 mil assinaturas que precisamos”, contou Vernize. 

 

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