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Vigilância Sanitária captura taturanas no distrito de Santo Antônio

Data 14/02/2017 às 17:05
Há mais de dois anos Concórdia não registrava a presença da lagarta
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Lagartas foram encontradas no distrito de Santo Antônio
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Cerca de 90 lagartas foram encaminhadas ao Centro de Informações Toxicológicas de Florianópolis e devem seguir para o Instituto Butantan, onde será produzido soro antilonômico

Nestes primeiros dois meses de 2017, Concórdia teve três registros de contatos de pessoas com a lagarta Taturana (Lonomia obliqua). A incidência é considerada alta, já que por dois ou três anos, o município não havia mais registrados casos, pelo menos com gravidade. O fato é que a lagarta tem aparecido novamente. Na manhã de segunda-feira, 13, a Vigilância Sanitária de Concórdia fez a captura de aproximadamente 90 lagartas. Elas estavam concentradas em três colmeias (agrupações) em uma árvore plátano (gênero Platanus), em uma propriedade do distrito de Santo Antônio. No local, já havia sido registrado um contato no mês de janeiro.

O responsável pela Vigilância Sanitária, Airton Coldebella, afirma que a orientação às pessoas que acabam tendo o contato com as lagartas é a busca imediata por atendimento médico. “Dos três casos registrados no município – dois em Santo Antônio e um em Barra Seca -, dois foram mais graves, devido à demora na busca por auxílio médico. Os pacientes acabaram internados, mas já recuperados, tiveram a liberação do hospital”, relata Airton. Quando do contato, de imediato, a pessoa sente uma queimadura e dor intensa, que evolui para hemorragia, podendo ocasionar complicações sérias, caso não seja tratada logo. As taturanas estão sempre aglomeradas – em colmeias – durante o dia, que é seu período de repouso. Durante a noite, elas se alimentam. O plátano é uma de suas árvores preferidas da espécie.

Todo o material recolhido pela Vigilância Sanitária foi encaminhado ao Centro de Informações Toxicológicas (CIT), em Florianópolis. Lá elas serão maceradas e congeladas. Depois o material seguirá para o Instituto Butantan em São Paulo, onde será transformado em soro antilonômico. O soro é utilizado no tratamento às pessoas que sofrem contato com a lagarta.

Fonte: Édila Souza/Ascom Prefeitura de Concórdia

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