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Vivo e Oi responsabilizam legislação por dificuldade na instalação de antenas
A reunião da CPI da Telefonia Móvel da Assembleia Legislativa, realizada nessa semana, foi marcada pelos depoimentos de representantes de duas das quatro grandes companhias telefônicas em operação no Estado: Vivo e Oi.
Questionados pelos membros da comissão sobre os problemas relatados por consumidores com a qualidade do sinal e as limitações na área de cobertura, os executivos das companhias detalharam planos de investimento e infraestrutura das redes. Mas defenderam mudanças na legislação ambiental do Estado e dos Municípios. O objetivo é diminuir o tempo necessário para licenciamento de novas antenas como explicou o diretor de Relações Institucionais da Vivo Enylson Camolesi.
O diretor de Relações Institucionais com Estados e Municípios da Oi, Gonzalo Charlier Pereira falou aos parlamentares sobre ações de melhorias ao atendimento e respondeu a questionamentos sobre limitações de sinal argumentando que a empresa cumpre as normas da ANATEL, que cobra cobertura mínima de 80% nas áreas urbanas. O Órgão, no entanto, não exige que as companhias ofereçam sinal ao longo das rodovias segundo o diretor de Operações da Oi na Região Sul Luis Haroldo Iepsen.
Após a reunião, o deputado Silvio Dreveck (PP), presidente da CPI da Telefonia, também destacou a necessidade de mudança na legislação e prometeu diálogo com a Fatma para busca de soluções.
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