Preço dos combustíveis segue em alta em Concórdia, mas ritmo desacelera
Um levantamento realizado pelo jornalismo da Massa FM, com base em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), aponta que os combustíveis continuaram registrando aumento nos preços médios durante o mês de abril em Concórdia. Apesar disso, o ritmo das altas começou a desacelerar nas últimas semanas do mês.
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De acordo com a pesquisa, a gasolina comum fechou abril com preço médio de R$ 6,78 por litro nos cerca de oito postos consultados pela ANP no município. Em alguns estabelecimentos, o combustível chegou perto dos R$ 7 por litro. Ainda conforme o levantamento, os preços começaram a apresentar leve redução a partir da terceira semana de abril. Na comparação com março, a gasolina ficou, em média, 11 centavos mais cara. Já em relação ao mês de janeiro, o aumento acumulado chega a 20 centavos por litro.
O etanol também apresentou alta no período analisado. O preço médio do combustível atingiu R$ 5,51 por litro nos aproximadamente seis postos pesquisados em Concórdia. Em determinados locais, o produto foi encontrado por quase R$ 5,80. Assim como ocorreu com a gasolina, o etanol começou a registrar queda nos preços na reta final de abril. Em comparação com março, a alta média foi de 9 centavos por litro. Desde janeiro, o aumento acumulado chega a 25 centavos.
O diesel segue sendo o combustível mais impactado pelos reajustes registrados nos últimos meses. Segundo os dados da ANP, o preço médio em abril ficou em R$ 7,72 por litro nos postos consultados em Concórdia. Em alguns estabelecimentos, o combustível ultrapassou os R$ 8 por litro. Ainda conforme o levantamento, o diesel começou a apresentar as primeiras reduções já na segunda semana de abril. Mesmo assim, em apenas um mês, o produto acumulou aumento médio de 61 centavos por litro. Na comparação com janeiro, a alta chega a R$ 1,28.
O aumento nos preços dos combustíveis não é uma realidade exclusiva de Concórdia. O cenário vem sendo observado em diversas regiões do país, influenciado principalmente pelas tensões e conflitos no Oriente Médio, que afetam o mercado internacional do petróleo. Medidas anunciadas pelo governo federal entre março e abril ajudaram a amenizar parte dos impactos, contribuindo para a desaceleração das altas. Apesar disso, os valores praticados nos postos ainda seguem elevados e continuam pesando no orçamento dos consumidores.