Preço mensal dos combustíveis volta a cair em Concórdia e diesel registra maior redução em julho
O preço médio dos combustíveis voltou a apresentar queda em Concórdia durante o mês de julho. Levantamento realizado pelo Departamento de Jornalismo da Massa FM, com base nos dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que gasolina, etanol e diesel ficaram mais baratos na comparação com junho. A principal redução foi registrada no diesel.
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A gasolina comum atingiu preço médio de R$ 6,65 por litro em julho. Foram pesquisados cerca de oito postos de combustíveis ao longo do mês. O valor representa uma redução de R$ 0,06 em relação à média de junho, quando o litro era comercializado por R$ 6,71. Durante o período, os preços variaram entre R$ 6,60 e R$ 6,75, marcando a terceira queda mensal consecutiva do combustível.
O etanol também apresentou recuo pelo segundo mês seguido. A média registrada em julho foi de R$ 5,29 por litro, contra R$ 5,40 em junho, uma redução de R$ 0,11. Conforme a ANP, cerca de cinco postos foram pesquisados, com preços oscilando entre R$ 5,20 e R$ 5,45.
Já o diesel foi o combustível que registrou a maior redução no período. Após sucessivas altas registradas ao longo do ano, o produto voltou a ficar abaixo dos R$ 7,00 por litro pela primeira vez desde fevereiro. A média de julho ficou em R$ 6,89, representando uma queda de R$ 0,41 em relação aos R$ 7,30 registrados em junho. O levantamento considerou sete postos de combustíveis no município.
Segundo a análise realizada pelo Jornalismo da Massa FM, a forte alta registrada nos combustíveis durante parte deste ano esteve relacionada à valorização do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio. O diesel foi o produto mais afetado por esse cenário, mas os reflexos também atingiram a gasolina e o etanol.
Nas últimas semanas, entretanto, a redução da pressão sobre o mercado internacional de petróleo, aliada a medidas adotadas pelo Governo Federal, contribuiu para conter a escalada dos preços, permitindo uma sequência de quedas nas médias praticadas em Concórdia.